sexta-feira, 22 de março de 2013

Dica: Contrariando a Natureza


Existem muitas mulheres, que por medo, vergonha ou constrangimento têm receio de impor regras, castigos e actos humilhantes aos seus maridos. Também existem muitos maridos que pelos mesmos motivos reagem de forma negativa a determinadas situações.

Algumas dessas situações são, por exemplo, as que envolvem posturas mais efeminadas por parte dos maridos. Já recebi mensagens de maridos cuckold manifestando o receio de serem considerados homossexuais pela mulher ao permitir determinados actos, e de mulheres com receio de libertar o lado homossexual do marido ou de causar-lhe desconforto e constrangimento.

Torna-se por isso muito importante clarificar de início esta questão tão sensível e perturbadora para alguns casais.

O facto é que o cuckolding é uma vertente da dominação. Outro facto é que não existe dominação sem humilhação. (Ver Dominação)

A dominação baseia-se na capacidade que o dominador tem, neste caso a mulher, de humilhar o submisso, que no cuckolding é representado pelo marido. Para que tal aconteça o dominador tem que saber contrariar a vontade e a natureza do submisso.

Logo, a primeira coisa que a esposa deve fazer é perceber a natureza do marido. Só conhecendo a sua verdadeira natureza poderá criar situações que a contrariem. Assim, se o marido gosta de carne, a mulher terá que lhe dar peixe, se gosta de vinho terá que lhe dar água, se gosta de calor terá que lhe dar frio... Não esqueça que o submisso sente prazer quando é forçado a contrariar a sua natureza. Ao possuir um marido cuckold já está por si só a contrariar a sua masculinidade, autoridade e posição natural. Já inverteu o seu estatuto, os seus direitos e o seu papel na relação.



Passando para o plano físico, quando uma mulher penetra o marido com um vibrador ou strapon está a contrariar a sua natureza, está a força-lo a assumir uma postura que não lhe é natural. Por sua vez o marido não retira prazer da penetração em si mas da humilhação que lhe está a ser imposta. Em resumo, o marido cuckold não sente prazer em ser homossexual mas em ser forçado a sê-lo. Se fosse realmente homossexual, não retiraria tanto prazer dessa experiência pois não haveria humilhação... na dominação, e voltando às metáforas  não pode dar peixe a quem gosta de peixe!

Afaste o medo, a vergonha e o constrangimento do pensamento pois apenas servem para quebrar o processo. Basta que um dos lados se deixe influenciar por um destes elementos para que o outro se sinta inseguro, frustrado e desconfortável. O resultado será péssimo não só para o momento presente como para o futuro do cuckolding na relação.


Comece por substituir a ideia, ou a imagem associada à ideia, retirando a palavra "homossexual" da equação. Você não que transformar o seu marido num homossexual, quer transformá-lo numa mulher! Por isso gosta de o vestir e de o tratar como uma mulher. Diga-lhe frases como "Agora és tu a mulher da casa" ou "És a minha putinha".  (Ver Dica)

Na dominação tem que existir confiança, audácia e ousadia. O dominador deve sentir prazer em humilhar. Deve deixar transparecer a sua alegria e malícia quando contraria a natureza do submisso. Deve desfrutar do poder que tem sobre ele. Liberte-se de todos os pensamentos negativos e deixe-se levar pelos seus impulsos mais básicos e levianos. Seja sádica e cruel. Só dando o seu pior conseguirá alcançar o seu melhor!

O marido, por sua vez, deve liberte-se. Deixar-se guiar pela mulher. Muitos maridos perdem-se em pensamentos desnecessários, limitantes e prejudiciais. Perguntam-se "que pensará a minha mulher se fizer isto ?" "como irá olhar para mim depois disto ?" Se precisa mesmo de conhecer estas respostas, esclareça tudo antes de se aventurar no cuckolding. Faça perceber à sua mulher que tudo o que faz é apenas porque ela manda e não porque tem uma predisposição natural para isso.

2 comentários:

  1. dominar não é sinonimo de humilhar e muito menos de penetrar .... seria bom rever um pouco os conceitos. A dominadora pode humilhar o submisso, mas a dominação vai muito além, reside na ideia da hotwife ter controle sobre o marido, mandar, impor regras, respeito, fazer com que o dominado obedeça sempre. A humilhação é a parte que pode ou não estar presente na dominação. Outra questão ser penetrado(a) não significa ser dominado, infelizmente algumas pessoas tem essa visão errônea. Em relação a tratar o marido corno como se fosse uma mulher vai de cada casal, não é uma regra rigida a ser seguida por todos. Muitas mulheres querem ter um corno, mas que este continue com suas características de homem.

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